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É disso que eu tou falando

fevereiro 6, 2009

“Sabe aqueles caras que hoje passam por ai? eles me lembram um outro cara que um dia eu conheci. Quando ele viu você não soube o que falar, por medo de ouvir uma resposta que fizesse o coração parar.”

Tou pagando a conta de 3 anos. Não esperava isso, não assim nessa intensidade. Mas é verdadeiro e é isso que pesa.

Vou carregar a bagagem por um bom tempo, quem me conhece sabe e relembra disso toda vez que escapa de mim um sorriso.

Oi mãe, achei.

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Comece não mentindo pra você

novembro 10, 2008

Observe ao seu redor! Quantos sorrisos esbanjados, quantos afagos mal dados, quantos beijos forçados.
Repare melhor! Quantos dedos entrelaçados, quanto carinho obrigado, sem nenhum sentimento maior.42-15236680
Não olhe, veja! Veja todo mundo que passa, que fingi que abraça, que tenta  se convencer. As “pessoas presenciais”, que com sua maneira ineficaz  forçosamente querem mais.
Preste atenção nos que dizem que amam, os que sem querer se enganam e  nem ao menos podem perceber. Eu olho isso, mas não consigo ver.
Talvez seja algo inexistente, que não tenha o brilho latente e pra mim soa  indiferente. Note o desapego que cresce, que só transparece a quem  consegue mentir.

Mas eu, eu não tenho pressa, só desejo o que me interessa, não preciso ser  assim. Sou triste porque tenho sentimento, sou fiel ao que trago por  dentro,  mas isso parece não valer. Esses amores não me enganam, a minha  atenção não chamam e na verdade me fazem temer.
Chega de exibicionismo barato, o supérfluo não é mais escasso e isso não  me atrai (só trai). O comum nem ao menos me distrai!

Pra mim eu quero mais…

Quero palavras sinceras, suspiros e promessas que me façam reviver. Quero um sentimento recíproco, um beijo escondido e abraços urgentes.

Eu quero mesmo é ver o brilho nos olhos, me ver em alguém.

Eu sei o que eu quero…

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Oieuteamo.

novembro 1, 2008

Hate, love and war
O ódio, o amor e a guerra
Force emotions to the fore
Forçam à tona as emoções
But not for me, of course
Mas não comigo, é claro
Of course
É claro
I keep mine hidden
Eu guardo as minhas escondidas

I keep mine hidden
Eu guardo as minhas escondidas
But it’s so easy for you
Mas isso é tão fácil para você
Because you let yours flail
Pois você deixa as suas visíveis
Into public view
Aos olhares públicos

Yellow and green
Amarelo e verde
A stumbling block
Uma pedra no meio do caminho
I’m a twenty-digit combination to unlock
Eu sou uma senha de vinte dígitos para destrancar
With a past where to be ‘touched’
Com um passado onde estar “emocionado”
Meant to be ‘mental’
Significava estar “louco”

Ooh, i keep mine hidden
Eu guardo as minhas escondidas
The lies are so easy for you
As mentiras são tão fáceis para você
Because you let yours slide
Pois você deixa as suas deslizarem
Into public view
Aos olhares públicos…

Use your loaf !

Pense nisso!

– Qualquer semelhança, não é coincidência.

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This is my world.

outubro 26, 2008

Um bom filho a casa torna, ditado chato, porém correto. Não sei o que me traz aqui. Meu pensamento já foi mais ingrato… sempre abria o bar livre quando eu me sentia mal.  Encontro-me muito bem, obrigado. Entretanto, acho que devia isso a  mim  mesma, ter o meu espaço de volta, mesmo que de vez em nunca.

Quando fiz o post do dia 11 de Julho, jamais poderia imaginar que  proporção meu vício tomaria. Li 3 livros da saga Twilight em 4 ou 5 dias  e  passei o restante das minhas férias ansiosa pra o lançamento do 4°  livro. Um imprevisto ocorreu nesse meio tempo: o livro vazou na internet.  Já tinha projetos de ter um blog com minhas amigas de Mirc sobre  Twilight, chamar-se-ia “Ice and Fire”, como o poema de um dos posts  passados. Mas algo mais grandioso nos aguardava, esse, ganharia o  nome  de Foforks. Não, não ficamos no blog. Em 1 dia ou 2 tivemos visitas consideráveis e viramos um site, com domínio .com.br e tudo mais!

Foforks cresceu, tem cerca de 4 mil visitas únicas diárias, está beirando 1 milhão de page views e é um trabalho um tanto quanto altruísta. É justamente aquele lance de “A criação ganha vida e assusta o criador”, que toma todo o meu tempo livre e meu tempo não-livre também, mas é feito com amor, e isso está em cada post. O que eu ganho com isso? Geralmente é essa pergunta que algumas pessoas vêm direcionando a mim. Ganho satisfação, preencho meu tempo com algo útil, ajudo as pessoas e no final das contas posso dizer como anteriormente “Estou muito bem, obrigado”.

Acho que é isso, tou aprendendo bastante. Tanto a me policiar mais – sabendo encarar coisas negatvivas e transpondo coisas desagradáveis – quanto criando novos laços de amizade, fazendo o que  gosto (escrever) e me sentindo de certo modo mais útil. Aos poucos vou registrando mais coisas aqui, pra mim mesma, como sempre foi,  até porque acredito que depois de tanto tempo o reduzido número de pessoas que aqui entravam não marcam presença mais.

tchau.

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que raios.

outubro 21, 2008

sou inconstante.

tchau, não morri.

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Aprenda a sangrar

julho 27, 2008

Olha, você não se envergonha! Admirável, não? Quão diferente eu achei que seria? Oh! Realmente não sei.
Te agradeço! Sim, eu agradeço. Posso julgar com facilidade, agora. Vejo além… Não além das palavras, não ainda, mas vejo além do interesse. Estou grata, novamente, por não me enganar mais.

Olha, eu me envergonho! De tudo que eu era antes. De ser frágil a ponto de me ferir em conseqüência do que te causei. Oh, isso realmente me constrange: fui melhor do que merecias! Obrigado por me punir, por me munir de precaução, por me fazer entender cada movimento seu, por saber recuar antes de perder.

Olha, me desculpe. Não pude te dar tanto significado, não foi nada especial. Tudo muito comum, sem boas lembranças, só boas lições. Pessoas importantes tem lugares importantes, pessoas normais apenas vão embora. Você me deu apenas o argumento que eu precisava. Mais uma vez, eu agradeço.

Olha, a sua dor! Sim, a sua. Aquela que não me toca, que com certeza não é o reflexo do sofrimento de ninguém. Nunca foi. Sempre acompanhado por uma bela máscara de satisfação, onde a solidão é subentendida. Ninguém mais além de você… Você: sempre um exagero do mesmo, dividido em várias metades. Seu jogo velho ainda parece funcionar…

Então, quando te cansas, o que faz?

Ah, essa eu também sei!

O jogo não é o mesmo, me enganei! É apenas o mesmo tabuleiro, as peças é que mudam…

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Fogo e Gelo

julho 25, 2008

“O mundo findará em fogo, ouço aqui,
Em gelo, ouço ali.
Conheço bem o desejo, logo
Sou a favor do fim em fogo.
Mas se houvesse dois finais,
Creio que sei do ódio a ponto
De afirmar: ao destruir, o gelo
Funciona bem;
Não fica aquém.”

(Robert Frost – Fogo e Gelo)

Meu mundo, com certeza, se findaria em gelo.

Estou no momento muito twilight da minha vida =~ não consigo controlar o vício.