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Não era pra ser.

janeiro 28, 2008

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Não tente ser sempre o que você é, porque os outros absorvem tantas coisas suas que não final você não é mais nada. Quando se vê, o poço de felicidade se tornou um deserto tão grande dentro de você que tudo parece vazio e frio. Olha pra ti e vê algo devastado, não tiveram piedade nem de devolver a tua parte roubada. De repente, as sensações ficam em grau elevado. É impossível não transparecer o furacão que invadiu o teu deserto. Escutas mil pessoas dizendo pra tu não ficar assim, ouve o tempo dizendo que vai passar, mas o teu coração não entende como isso pode ser passageiro.

Todos os conselhos falham.

Qualquer um percebe que não es assim, mas se não vais a fundo na tua própria dor, te perdes nas esperanças míseras de quem mendiga reciprocidade. E quando dizes acreditar que nenhuma ferida dói tanto, tu te esqueces que no momento em que afirmas isso, não tens se quer um arranhão.
Agora ficas vulnerável a ponto de se sentir tocada ao ler, ao ver ou escutar qualquer coisa que te remeta a quem dedicastes teus dias. Dependes do tempo pra entender que a canção triste era pra ser alegre e que quem a toca nunca teve a intenção de compor ela… Mesmo assim, estais num barco que não tem comando, apenas navega sem rumo e ainda que você queira não pode abandoná-lo, pois sem ele podes se afogar e pra esse tipo de coisa ninguém foi treinado pra nadar.

… “i don’t want to leave her now, you know i believe how.”

A canção que era pra ser alegre:

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