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Some feelings…

julho 17, 2008

… e eu fico entregue a qualquer manifestação sua, qualquer aparição repentina que possa dar mais brilho ao meu dia, qualquer palavra que me conforte mais, fazendo com que eu me sinta melhor só por te ver feliz. Sou uma sombra da sua atenção. Pode não ser mais algo irremediável, de qualquer modo não deixou de ser profundo. Vai ser sempre assim, vai ser o mesmo alívio que eu vou sentir quando te ver sorrir, ou o aperto no meu peito quando eu simplesmente não puder te ver mais. Será sempre a mesma dúvida que eu vou carregar, sempre a pergunta sem resposta para a minha incapacidade. Serei sempre a emergência 24h, ou apenas mais um pedaço da sua memória imersa a tantas outras lembranças alegres.

Eu sinto falta de poder ser mais eu nas horas livres, graças a você.

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Twilight

julho 11, 2008

Hello, blog! Ando sumida, eu sei. Mais uma promessa quebrada, talvez. Entretando nunca é tarde para se redimir e cá estou eu pra relatar minhas experiências da última semana. Fui apresentada a uma série de livros chamada “Luz & Escuridão”. Sempre gostei de ler (na verdade sempre me apeguei a qualquer chance de fugir da realidade), mas nunca tinha apreciado algo parecido. Sinceramente, meu coração tá mole quanto gelatina, me encontro totalmente vulnerável. Enfim, vamos voltar aos livros!

Twilight – como é conhecida a série – conta até agora com cinco exemplares. Três já foram lançados (Twilight, New Moon e Eclipse) entretanto apenas o 1° chegou ao Brasil até agora. Escrito por Stephenie Meyer, a saga relata um romance entre uma humana e um vampiro, que antes de encarar qualquer vilão, lutam primordialmente contra seus instintos.  Em 21 dias mais um livro será lançado, entitulado “Breaking Dawn” o 4° exemplar contará com aproximadas 763 páginas de pura reviravolta e sofrimento. Não pára por ai! Stephenie afirma que o 5° livro do romance de Edward e Bella (Midnight Sun) será a versão de Twilight aos olhos do próprio Edward! Ficaria eternamente grata se alguém com o mínimo de piedade, lembrasse a nossa querida autora que os seus leitores não são imortais como o protagonista da sua brilhante história.

Enquanto Midnight Sun não sai, irei ler Breaking Dawn e aguardarei ANSIOSAMENTE pelo filme de Twilight, que tem sua estréia prevista para o dia 25/12/08 (pelo menos terei tempo suficiente pra descolar uma boa desculpa pra passar o Natal no cinema).

Aqui segue o trailler…


Por favor, não estranhem se os próximos posts forem sobre um amor platônico ou qualquer outra coisa do tipo, na minha mente está restrita a apenas 2 fatores: Twilight e Edward Cullen. =)

ps: TODOS OS CRÉDITOS PARA A MINHA AMIGA LUIZA ARCHER (minhaka).

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Mudar é preciso…

julho 1, 2008

Blog de cara nova! Sabe, é bom mudar às vezes. Você tem a sensação que vai surpreender alguém e começa a encarar as coisas de um outro modo. Acho que mudança foi algo que eu sempre encarei como uma forma positiva e talvez isso tenha me ajudado a superar certas coisas ao longo dos anos. Quando você se permite mudar significa também que tá se abrindo pra novas oportunidades e está disposto a encarar a vida de forma mais otimista. Sempre que me sinto fraca eu procuro contornar o caso fazendo algum tipo de transformação, mesmo que seja de opinião. O problema é quando a mudança vem sem você querer, quando é coercitiva. Ah, ai não tem pra onde! É como se você tivesse que terminar uma refeição já estando satisfeito, é quando tudo parece perder a graça ou o sentido que você acreditava existir… e o rumo então? pra onde foi? O engraçado é que no final isso se torna piada e a história inteira não passa de uma “mudança maior”. Então, tudo fica bem e é a isso que eu me apego quando sou coagida a mudar: ao “gran finalle”.

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Estranhos conhecidos

junho 29, 2008

estranhos normais

Em praticamente 1 mês de férias (sim, um eufemismo pra “vagabundagem”) o que mais me atormenta é a falta do que fazer. É tão comum a gente reclamar de tudo, entretando é mais difícil ainda se acostumar a continuar sem certas coisas. Todos os dias eu tinha o costume inútil de observar as pessoas enquanto me dirigia pra Faculdade. Era muito mais do que um julgamento sobre a aparência de alguém ou uma conclusão sobre o seu comportamento. Eu tentava imaginar como era a vida daquele indivíduo, que lugares ele freqüentava, com que tipo de gente se relacionava e os problemas que deveria ter. Quando me dava conta, já estava interprentando supostas dificuldades idealizadas pela minha mente. Diariamente me deparava com mulheres traídas, mães solteiras, homens desempregados, pais carinhosos e adolescentes apaixonados. Durante essas “viagens”, eu me esforçava ao máximo pra absorver um pouco mais do mundo dos outros, tentando ser mais compreensiva. Muitas vezes cheguei a ter pena, satisfação ou medo… Era sempre isso que acontecia no caminho, até o momento em que eu acabava sendo tomada pela realidade. Bastava chegar ao meu destino pra notar que na verdade eu sou apenas como uma das pessoas que eu tento entender…

A vida é assim: a cada dia um monólogo é travado, você acredita que sabe muita coisa e até se orgulha disso. Então você desperta e vê que todas as suas respostas não servem mais, pois as perguntas já foram mudadas. Ainda assim, continuamos tentando decifrar..

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Uma palavra esperando tradução.

maio 24, 2008

Não é algo que vem de fora, é algo que não sai de dentro. Como se existissem laços eternos que só aumentam o vínculo do que eu sinto com o que eu reprimo. Tranquei-me em um espaço inalcansável, impenetrável. Uma autodefesa que me condiciona a ser assim: estranha.
Toda vez que algo novo surge, tento me proteger, mas tá sendo inútil até então. Um belo sorriso ou palavras que encantam, de qualquer forma não me convence mais. Fico na expectativa de como tudo terminaria e esqueço de começar…

É sempre assim, mas ninguém nota, sei disfaçar, finjo brincar!
Faz tempo que não sou o que demonstro, nem deixo chegar tão perto assim a ponto de me descobrirem. Não sei até que quando isso pode ser bom, porque ao mesmo tempo que me mantenho distante acabo perdendo a chance de expôr o que eu sou. Seria melhor se eu me permitisse mais, se eu me desse uma chance, mas tenho medo.

Eu só preciso confiar. Da próxima vez tem que ser diferente, não dá mais pra acreditar em tudo que posso ouvir, tenho que ver! Tenho que saber que a vontade de fazer alguém feliz não parte só de mim.
Mas ainda é cedo, preciso esperar. Esperar a pessoa certa, alguém que tenha cuidado, que descubra onde costumo me proteger, onde me escondo e afasto tudo que possa ser sinônimo de amor.
Por enquanto, continua assim: vou me abster do que possa me vencer, até que eu veja que é sincero, que é de verdade.

“Cansei de escrever, eu quero te falar
pra te conhecer, preciso me achar…”

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maio 24, 2008

Eu não morri.

Ainda estou viva (ainda bem), porém sem tempo (lê-se sem criatividade).
Pra muita gente é fácil atualizar um blog a partir de uma busca por coisas interessantes na web ou de curiosidades alheias. Não tenho o “dom” pra fazer críticas nem resenhas de livros ou filmes, portanto tenho que me virar com minha inspiração. O curioso é que ela deriva apenas das minhas decepções ou da minha sensibilidade. Costumo observar muito os outros e comentar algo a partir de então. Porém, nunca fui boa nessas coisas de escrever, nem muito menos inventar histórias. Gosto de descrever o que sinto quando vejo algo pertubador, ou extravaso através das palavras o que ninguém saberia escutar. É a minha maneira de mostrar minhas perspectivas, de ser entendida.

Sei nem se alguém lê isso aqui…

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A quem levou a inspiração…

abril 19, 2008

Sinto-me presa em pensamentos infinitos, em ilusões já desiludidas e em súbitos sentimentos. Se antes poderia contar com uma simples habilidade pra desviar minha carência, o desapego ao hábito me fez retroceder. A vontade em excesso me tomou pelos braços e me levou a esquecer que a vida continuava. Passei a conflituar idéias e a me habitar a maior parte do tempo. Tentei ser o que eu queria e pressinto que consegui, mas não sei mais me dividir. Estou parada em mim, estagnada no meu eu como se fosse impossível andar sem o meu escape funcionando… Passava pro papel o que costumava me prender, comentava sobre o que achava incerto e via a diante antes de qualquer um. Agora olho apenas o meu interior e tento me interpretar a maior parte do tempo. Penso no que mudou, em que parte me perdi no labirinto que criei. Não consigo falar do que deveria, nem esquecer o que queria. Continuo sendo a mesma, mas sem qualquer solução pra quem escondo. Vejo, sinto e ainda assim não transpareço, não alcanço. Queria ter o dom de ser mais eu em uma folha de papel do que em forma humana, assim seria mais fácil tocar as pessoas e me distingüir de tudo que penso ser.